sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de setembro de 2007
sábado, 22 de setembro de 2007
COPY 100% PORTUGUÊS
Pois, se calhar, não é só em Angola que faltam copys.
Vai na volta, têm o churrasco (as brasas) na parte de traz do restaurante.
Correcto.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
VERSATILIDADE A 100%
100% UNPUBLISHED

Há coisas que merecem ficar. Para que se saiba. Porque fazem parte da história. Quantas cucas a mais terão sido, isso fica no segredo dos deuses, pois nem o modelo nem o fotógrafo se lembram. Mas vale a pena que se saiba que devem ter sido umas quantas. O caranguejo, acho que não tinha bebido nenhuma.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
UM REGRESSO A... 100%, CLARO.
(Foto de Usagi San)
Tremei ó fariseus africanos, pois que ele está de volta.
No passado sábado, se tudo correu como previsto, um dos melhores directores de arte com quem tive o prazer trabalhar, e de me embebedar, voltou ao continente africano.
A vida é assim mesmo.
P.S.: Di Bala, cuidado com as idas à ilha para comprar chinelas aos rastas, yah?... olhó pulmão... ehehehe.
domingo, 8 de julho de 2007
MARAVILHAS 100% PORTUGUESAS (3)
MARAVILHAS 100% PORTUGUESAS (1)
Algarve 2
Quinze dias na estrada a produzir os filmes do ITP para os intervalos da transmissão televisiva das Novas 7 Maravilhas do Mundo..
Quinze dias de dores nas costas, camas diferentes todas as noites e travesseiros com as configurações mais variadas que se possa imaginar.
Quinze dias maravilhosos.
We'll be right back with more wonders.
Quinze dias maravilhosos.
We'll be right back with more wonders.
quinta-feira, 28 de junho de 2007
domingo, 24 de junho de 2007
CREATION???
Creation? Creation?
Eu sei que já ouvi esse... ah... está aqui!... Fica ali numa paralela à Avenida da República.
Até tirei uma foto para não me esquecer.
Oi, pula di bala, és francês ou quê? ;-) wink ;-) wink.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
100% outsider
Depois de toda esta história, os últimos 33,33333333333333% vão parar às urtigas. VIVA A CREATION. Angola 100%. pois que seja.
quinta-feira, 7 de junho de 2007
sábado, 19 de maio de 2007
100% JAPAN, BABY
Foto Usagi San.
Este post, pleno de serenidade, é dedicado ao nosso menino que, a esta hora, anda lá por Terras de Japam a fazer pela vida (conjugal).
domingo, 13 de maio de 2007
segunda-feira, 7 de maio de 2007
sem coisas nos dente
quinta-feira, 3 de maio de 2007
HOT
Sabia que teria de sair mais tarde ou mais cedo. Mas bastou imaginar-se fora do quarto para que uma náusea o consumisse imediatamente.
Sabia que o calor seria insuportável, mal saísse do quarto e também sabia que todo o álcool exageradamente consumido na noite anterior o iria penalizar sem contemplações, mal os primeiros raios de sol lhe atingissem o rosto, como uma bofetada.
Olhou para os ponteiros do relógio de pulso na esperança que estivessem parados. Imaginou-os imóveis, congelados pelo ar fresco que continuava a sair furiosamente do aparelho de ar condicionado. Os ponteiros, no entanto, não lhe fizeram a vontade. Moveram-se. Sem qualquer pudor, avançavam imparáveis em direcção às oito da manhã. Tentou imaginar como seria bom se não estivesse um dia assim tão quente, mas infelizmente não o conseguiu.
Ergueu-se e, sentado sobre a cama, atreveu-se a olhar para a mulher que dormia ao seu lado, pela primeira vez desde a noite anterior. Não se lembrava nem do seu nome. Se se voltassem a cruzar, chamar-lhe-ia minha querida, amiga, xuxu, amor(zinho), linda ou algo desse género, pois há muito que transformara em arte a sua incapacidade de não se lembrar dos nomes daquelas que regularmente partilhavam a sua vida, noite após noite.
Por vontade própria, ao invés de tentar lembrar-se dos nomes, optara escolher lembrá-las por uma particularidade qualquer que lhe agradasse mais.
Assim, lembrava-se da loura da tatuagem e das louras sem tatuagens. A loura mais alta e a loura mais baixa. Das duas ruívas: a das maminhas pequenas e a ruíva gótica dos brincos e peircings por todo o lado. Entre as morenas lembrava a magrinha de cuzinho pequeno e redondo, e a outra, alta e boazuda, aerodinâmica como um avião. Enfim, isto apenas no espaço de uns dez dias, se tanto...
Voltou a deitar-se. Na verdade, tomado por um cansaço súbito e inexplicável, deixou-se tombar para trás e o seu corpo ressaltou sobre o colchão. A sua companheira de ocasião agitou-se por alguns momentos e em seguida voltou a sossegar.
Quem não sossegava, nem por decreto divino, era o relógio. Tanto assim, que às dez para as oito, imperetrivelmente como todos os dias, o alarme tocou. Deixou que o som, livre de qualquer controle se espalhasse pelo quarto e incomodasse a sua companheira.
- Caraças - protestou a morena em tom de queixa - custa-te muito estares quietinho e deixares-me dormir mais cinco minutos?
Sem saber bem porquê, deu por si a pedir-lhe desculpa. Ela resmungou mais qualquer coisa e virou-se para ele, dando-lhe a apreciar pela primeira vez (tanto quanto se lembrava) o seu rosto. A luz que entrava pelas frestas da janela foi mais do que suficiente para que ele se apercebesse logo de como ela era realmente linda.
De repente, atingiu-o. Podia ser ela. Aproximou-se mais dela. Fixou o olhar e procurou defeitos. Nada. A sua pele morena pelo sol era perfeita. Sem marcas de bikini ou fato de banho. Sem manchas ou sinais que pudessem servir de desculpa. Nua, ela era tudo.
O coração dele batia agora ao dobro do ritmo do relógio, em cima da mesa de cabeceira. A sua respiração, baixinha, acelerou-se consideravelmente.
Tocou-lhe. Com as costas da mão esquerda, muito levemente, no seio nu. Toda a pele dele se arrepiou. Era ela. Só podia ser ela.
Ao fim de tanto tempo de busca, era finalmente ela. Ganhou fôlego e ainda abriu a boca para falar mas não conseguiu emitir nenhum som. E agora, que fazer? Aceitar? Ousar apaixonar-se? Não ousou.
Uma ideia temível assaltou-o: e se, de repente, ela era uma versão feminina dele? Não resistiria.
Deixou-se ficar a olhá-la... tão nua e tão linda na luz ténue da manhã.
Sabia que o calor seria insuportável, mal saísse do quarto e também sabia que todo o álcool exageradamente consumido na noite anterior o iria penalizar sem contemplações, mal os primeiros raios de sol lhe atingissem o rosto, como uma bofetada.
Olhou para os ponteiros do relógio de pulso na esperança que estivessem parados. Imaginou-os imóveis, congelados pelo ar fresco que continuava a sair furiosamente do aparelho de ar condicionado. Os ponteiros, no entanto, não lhe fizeram a vontade. Moveram-se. Sem qualquer pudor, avançavam imparáveis em direcção às oito da manhã. Tentou imaginar como seria bom se não estivesse um dia assim tão quente, mas infelizmente não o conseguiu.
Ergueu-se e, sentado sobre a cama, atreveu-se a olhar para a mulher que dormia ao seu lado, pela primeira vez desde a noite anterior. Não se lembrava nem do seu nome. Se se voltassem a cruzar, chamar-lhe-ia minha querida, amiga, xuxu, amor(zinho), linda ou algo desse género, pois há muito que transformara em arte a sua incapacidade de não se lembrar dos nomes daquelas que regularmente partilhavam a sua vida, noite após noite.
Por vontade própria, ao invés de tentar lembrar-se dos nomes, optara escolher lembrá-las por uma particularidade qualquer que lhe agradasse mais.
Assim, lembrava-se da loura da tatuagem e das louras sem tatuagens. A loura mais alta e a loura mais baixa. Das duas ruívas: a das maminhas pequenas e a ruíva gótica dos brincos e peircings por todo o lado. Entre as morenas lembrava a magrinha de cuzinho pequeno e redondo, e a outra, alta e boazuda, aerodinâmica como um avião. Enfim, isto apenas no espaço de uns dez dias, se tanto...
Voltou a deitar-se. Na verdade, tomado por um cansaço súbito e inexplicável, deixou-se tombar para trás e o seu corpo ressaltou sobre o colchão. A sua companheira de ocasião agitou-se por alguns momentos e em seguida voltou a sossegar.
Quem não sossegava, nem por decreto divino, era o relógio. Tanto assim, que às dez para as oito, imperetrivelmente como todos os dias, o alarme tocou. Deixou que o som, livre de qualquer controle se espalhasse pelo quarto e incomodasse a sua companheira.
- Caraças - protestou a morena em tom de queixa - custa-te muito estares quietinho e deixares-me dormir mais cinco minutos?
Sem saber bem porquê, deu por si a pedir-lhe desculpa. Ela resmungou mais qualquer coisa e virou-se para ele, dando-lhe a apreciar pela primeira vez (tanto quanto se lembrava) o seu rosto. A luz que entrava pelas frestas da janela foi mais do que suficiente para que ele se apercebesse logo de como ela era realmente linda.
De repente, atingiu-o. Podia ser ela. Aproximou-se mais dela. Fixou o olhar e procurou defeitos. Nada. A sua pele morena pelo sol era perfeita. Sem marcas de bikini ou fato de banho. Sem manchas ou sinais que pudessem servir de desculpa. Nua, ela era tudo.
O coração dele batia agora ao dobro do ritmo do relógio, em cima da mesa de cabeceira. A sua respiração, baixinha, acelerou-se consideravelmente.
Tocou-lhe. Com as costas da mão esquerda, muito levemente, no seio nu. Toda a pele dele se arrepiou. Era ela. Só podia ser ela.
Ao fim de tanto tempo de busca, era finalmente ela. Ganhou fôlego e ainda abriu a boca para falar mas não conseguiu emitir nenhum som. E agora, que fazer? Aceitar? Ousar apaixonar-se? Não ousou.
Uma ideia temível assaltou-o: e se, de repente, ela era uma versão feminina dele? Não resistiria.
Deixou-se ficar a olhá-la... tão nua e tão linda na luz ténue da manhã.
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quarta-feira, 2 de maio de 2007
sexta-feira, 27 de abril de 2007
quinta-feira, 19 de abril de 2007
quarta-feira, 18 de abril de 2007
the reason Y.
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Nem 100pre.
quarta-feira, 28 de março de 2007
100% cálcio
terça-feira, 20 de março de 2007
segunda-feira, 19 de março de 2007
sexta-feira, 16 de março de 2007
segunda-feira, 12 de março de 2007
quinta-feira, 8 de março de 2007
Vi
Vi
um cabelo meu
que caía.
E senti
milhões de outros que,
temendo a mesma sorte,
se agarravam, desesperados,
à minha cabeça.
um cabelo meu
que caía.
E senti
milhões de outros que,
temendo a mesma sorte,
se agarravam, desesperados,
à minha cabeça.
quarta-feira, 7 de março de 2007
terça-feira, 6 de março de 2007
100% DE QUÊ???
100% de tudo.
Conforme a situação: 100% yin, 100% yang, 100% neura, 100% dia, 100% noite, 100% madrugada, 100% nem-sei-que-horas-são-,-é-de-dia-ou-de-noite-?, 100% mim, 100% ti, 100% nós, 100% cá, 100% lá, 100% trabalho, 100% borga, 100% talvez sim, 100% talvez não, 100% amigos, 100% amigas, 100% ódios, 100% amores, 100% janado, 100% clean, 100% hot, 100% cool, 100% áfrica, 100% europa, 100% mundo, 100% publicidade, 100% música, 100% cinema, 100% net, 100% carros, 100% motas, 100% notas, 100% ambição, 100% resignação, 100% abnegação, 100% cerveja, 100% liamba, 100% cidade, 100% campo, 100% praia, 100% bem-criado, 100% mal-criado, 100% foda-se, 100% fodam-se, 100% fode-te-tu, 100% calma, 100% tormenta, 100% justo, 100% injusto, 100% chuva, 100% sol...
... mas sempre, SEMPRE, tudo a 100%.
100% tudo ou 100% nada...
J.C., LV, Di Bala
Conforme a situação: 100% yin, 100% yang, 100% neura, 100% dia, 100% noite, 100% madrugada, 100% nem-sei-que-horas-são-,-é-de-dia-ou-de-noite-?, 100% mim, 100% ti, 100% nós, 100% cá, 100% lá, 100% trabalho, 100% borga, 100% talvez sim, 100% talvez não, 100% amigos, 100% amigas, 100% ódios, 100% amores, 100% janado, 100% clean, 100% hot, 100% cool, 100% áfrica, 100% europa, 100% mundo, 100% publicidade, 100% música, 100% cinema, 100% net, 100% carros, 100% motas, 100% notas, 100% ambição, 100% resignação, 100% abnegação, 100% cerveja, 100% liamba, 100% cidade, 100% campo, 100% praia, 100% bem-criado, 100% mal-criado, 100% foda-se, 100% fodam-se, 100% fode-te-tu, 100% calma, 100% tormenta, 100% justo, 100% injusto, 100% chuva, 100% sol...
... mas sempre, SEMPRE, tudo a 100%.
100% tudo ou 100% nada...
J.C., LV, Di Bala
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