sábado, 19 de maio de 2007

100% JAPAN, BABY

Kamakura Dai-butsu (ou O Grande Buda de Kamakura).
Foto Usagi San.

Este post, pleno de serenidade, é dedicado ao nosso menino que, a esta hora, anda lá por Terras de Japam a fazer pela vida (conjugal).

domingo, 13 de maio de 2007

te ja,ya!

Sangue, suor e uff.. yeah, intense. 85 dias vividos a 100%.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

sem coisas nos dente


Depois de uma carreira musical que tem dado pouco que falar, bananas, amor e palitinhos na capital do futuro... que no presente ainda se pinta meio cinzenta.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

HOT

Sabia que teria de sair mais tarde ou mais cedo. Mas bastou imaginar-se fora do quarto para que uma náusea o consumisse imediatamente.
Sabia que o calor seria insuportável, mal saísse do quarto e também sabia que todo o álcool exageradamente consumido na noite anterior o iria penalizar sem contemplações, mal os primeiros raios de sol lhe atingissem o rosto, como uma bofetada.
Olhou para os ponteiros do relógio de pulso na esperança que estivessem parados. Imaginou-os imóveis, congelados pelo ar fresco que continuava a sair furiosamente do aparelho de ar condicionado. Os ponteiros, no entanto, não lhe fizeram a vontade. Moveram-se. Sem qualquer pudor, avançavam imparáveis em direcção às oito da manhã. Tentou imaginar como seria bom se não estivesse um dia assim tão quente, mas infelizmente não o conseguiu.
Ergueu-se e, sentado sobre a cama, atreveu-se a olhar para a mulher que dormia ao seu lado, pela primeira vez desde a noite anterior. Não se lembrava nem do seu nome. Se se voltassem a cruzar, chamar-lhe-ia minha querida, amiga, xuxu, amor(zinho), linda ou algo desse género, pois há muito que transformara em arte a sua incapacidade de não se lembrar dos nomes daquelas que regularmente partilhavam a sua vida, noite após noite.
Por vontade própria, ao invés de tentar lembrar-se dos nomes, optara escolher lembrá-las por uma particularidade qualquer que lhe agradasse mais.
Assim, lembrava-se da loura da tatuagem e das louras sem tatuagens. A loura mais alta e a loura mais baixa. Das duas ruívas: a das maminhas pequenas e a ruíva gótica dos brincos e peircings por todo o lado. Entre as morenas lembrava a magrinha de cuzinho pequeno e redondo, e a outra, alta e boazuda, aerodinâmica como um avião. Enfim, isto apenas no espaço de uns dez dias, se tanto...
Voltou a deitar-se. Na verdade, tomado por um cansaço súbito e inexplicável, deixou-se tombar para trás e o seu corpo ressaltou sobre o colchão. A sua companheira de ocasião agitou-se por alguns momentos e em seguida voltou a sossegar.
Quem não sossegava, nem por decreto divino, era o relógio. Tanto assim, que às dez para as oito, imperetrivelmente como todos os dias, o alarme tocou. Deixou que o som, livre de qualquer controle se espalhasse pelo quarto e incomodasse a sua companheira.
- Caraças - protestou a morena em tom de queixa - custa-te muito estares quietinho e deixares-me dormir mais cinco minutos?
Sem saber bem porquê, deu por si a pedir-lhe desculpa. Ela resmungou mais qualquer coisa e virou-se para ele, dando-lhe a apreciar pela primeira vez (tanto quanto se lembrava) o seu rosto. A luz que entrava pelas frestas da janela foi mais do que suficiente para que ele se apercebesse logo de como ela era realmente linda.
De repente, atingiu-o. Podia ser ela. Aproximou-se mais dela. Fixou o olhar e procurou defeitos. Nada. A sua pele morena pelo sol era perfeita. Sem marcas de bikini ou fato de banho. Sem manchas ou sinais que pudessem servir de desculpa. Nua, ela era tudo.
O coração dele batia agora ao dobro do ritmo do relógio, em cima da mesa de cabeceira. A sua respiração, baixinha, acelerou-se consideravelmente.
Tocou-lhe. Com as costas da mão esquerda, muito levemente, no seio nu. Toda a pele dele se arrepiou. Era ela. Só podia ser ela.
Ao fim de tanto tempo de busca, era finalmente ela. Ganhou fôlego e ainda abriu a boca para falar mas não conseguiu emitir nenhum som. E agora, que fazer? Aceitar? Ousar apaixonar-se? Não ousou.
Uma ideia temível assaltou-o: e se, de repente, ela era uma versão feminina dele? Não resistiria.

Deixou-se ficar a olhá-la... tão nua e tão linda na luz ténue da manhã.

no menu


"Nota: neste cookbook todos os retratos fornecem somente a referência, a tomada do alimento o objecto material de nosso restaurante como.
Note: in this cookbook all pictures only suply the reference, the food take the material object of our restaurant as."

citamos da casa de oriental relax menu do.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

eu emo os chineses.

o cozinheiro que saiu queimado...


Mas há que dizer, a picanha no forno estava deliciosa...

sexta-feira, 27 de abril de 2007

chikin on the roof


100% à porta da casa onde brincamos às agências no seio cosmopolita da capital angolana.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

100% product benefit


depois da ausência, o brilhantismo dos copys locais...

Gachorro quente com muigta mustagda...


pois... precisam-se escribas.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

O hakan, hakim?



Está no últivo vão de escada a caminho do lar do tony. abraz pó grande hakan.

the reason Y.



Porque se leva três horas e meia para fazer 5km na cidade de Luanda? Talvez seja do estado das estradas, talvez...

cem maka...


Fica em Luanda Sul, no novo shopping acabadinho de estrear.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Nem 100pre.



Azeite para o peixinho em plena praia de Sto António, a necessidade prova mais uma vez ser mãe da invenção, e quem afirma que "Form meets function" não deve ter passado por este continente.

100% MOTHER AFRICA



Missão cumprida. A viagem de LV ao útero da mamã-africa, a terra que o viu nascer.

quarta-feira, 28 de março de 2007

100% cálcio



Sexta-feira fui presenteado com uma super bock aberta. Não era uma super bock qualquer, era uma super bock aberta à angolana, por uma angolana à minha frente... tenho de confessar que me inveja, mas mesmo assim prefiro Cuca.

terça-feira, 20 de março de 2007

alain post



Back on track. B;)#

segunda-feira, 19 de março de 2007

sexta-feira, 16 de março de 2007

QUOTE

A moral diz-nos como a vida deveria ser.
A economia diz-nos como ela realmente é.

segunda-feira, 12 de março de 2007

quinta-feira, 8 de março de 2007

Vi

Vi
um cabelo meu
que caía.
E senti
milhões de outros que,
temendo a mesma sorte,
se agarravam, desesperados,
à minha cabeça.

quarta-feira, 7 de março de 2007

terça-feira, 6 de março de 2007

guerra e paz

A guerra parada
não é o mesmo
que paz.

100% DE QUÊ???

100% de tudo.

Conforme a situação: 100% yin, 100% yang, 100% neura, 100% dia, 100% noite, 100% madrugada, 100% nem-sei-que-horas-são-,-é-de-dia-ou-de-noite-?, 100% mim, 100% ti, 100% nós, 100% cá, 100% lá, 100% trabalho, 100% borga, 100% talvez sim, 100% talvez não, 100% amigos, 100% amigas, 100% ódios, 100% amores, 100% janado, 100% clean, 100% hot, 100% cool, 100% áfrica, 100% europa, 100% mundo, 100% publicidade, 100% música, 100% cinema, 100% net, 100% carros, 100% motas, 100% notas, 100% ambição, 100% resignação, 100% abnegação, 100% cerveja, 100% liamba, 100% cidade, 100% campo, 100% praia, 100% bem-criado, 100% mal-criado, 100% foda-se, 100% fodam-se, 100% fode-te-tu, 100% calma, 100% tormenta, 100% justo, 100% injusto, 100% chuva, 100% sol...

... mas sempre, SEMPRE, tudo a 100%.

100% tudo ou 100% nada...

J.C., LV, Di Bala